bad insanity
Óh meu senhor me ilumina nessa hora, em nome do louvor pra quem te exaltou na glória.
As coisas acontecem em segundos. Tudo muda. Você está vivo. Você está morto. E as coisas continuam. Somos finos como papel.”
Bukowski     (via indague)
Colha as lágrimas da humanidade, e neste mundo nunca faltará água.”
Otávio L. Azevedo.  (via reatou-se)
Não gosto de quem se faz de santa, de prestativa, de solícita, de legal. Não gosto de quem fala miando, se finge de sonsa, faz caras e bocas. Não gosto de gente artificial, que tem duas caras, dois jeitos, dois comportamentos. Sou a favor da transparência, de gente de verdade, sem retoques, sem artifícios. Tenho pavor de mulher fingida. Que se finge de morta, mas no fundo rebola o tempo todo, faz cara de atriz pornô pra ser notada e depois diz que ah-é-meu-jeito-sou-assim. Tenho pavor de mulher que se insinua o tempo inteiro e depois diz não-entendo-porque-todo-mundo-olha-pra-mim. Pavor.”
Clarissa Corrêa. (via acrescentada)
Mas toda distância que nos separa desaparece quando eu sonho com o seu rosto.”
3 Doors Down.    (via skolzeira)
Tem mais gente morta andando na rua do que enterrada no cemitério.”
Otávio L. Azevedo  (via recontador)
Não importa o quão desiludido, incrédulo e esperto você foi ficando. Sempre haverá uma fração dentro de você que vai acreditar.”
Gabito Nunes.  (via textografado)
Não te liguei, mas senti sua falta.”
Dezesseis Luas. (via imunidades)
Eu sou um bolinho de arroz

lambe-meu-mamilo:

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Meus bracinhos vieram bem depois

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Minhas perninhas ainda estão por vir

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E eu não tenho boquinha pra sorrir

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Porque, porque, porque

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Porque eu sou um bolinho de arroz!

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— O que eu fiz?
— Nada. Você não fez nada. Esse é o problema.”
Skins. (via desembarcou)